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O "caso" Atlântida e aquilo que a imprensa não conta

por Por Portugal, em 12.10.13

Caros Amigos
Já ouviram falar do famoso "ferry" que foi fabricado nos estaleiros de Viana do Castelo para fazer a interligação das ilhas dos Açores, e que o Governo(?) do Sr César & Cª Lda, rejeitou porque, em vez de dar 20Knots de velocidade, só dava 18,5Knots (?!). Ora a princípio projectou-se um "ferry" para transportar uns 12 carros e dois camiões e 80 passageiros, que é o normal para estas viagens inter-ilhas de rotina.

Eis quando um "expert" da política, com grande visão, lembrou que uma vez por ano há as Festas do Senhor Santo Cristo e, nesse dia, com a vinda dos emigrantes, a lotação poderá subir para 600 passageiros. Aí decide-se fazer um navio para 700 lugares para dar 20 knots de velocidade, com uma dada quota de casco!!

Acontece que, depois do desenho "final", o Governo do Sr César mandou introduzir algumas alterações (estilo camarotes de luxo que, quem já fez cruzeiros, ficou de boca aberta !!!) e isso criou mais peso em relação ao projecto inicial e afundou o casco mais uns centimetros, retirando obviamente velocidade !!! Em resumo: Este "famoso" navio está no Alfeite e a sua manutenção (para que não apodreça) custa a todos nós €400.000/mês!!!!
.
O Governo dos Açores (por votação da AR, onde estava a Senhora Secretária de Estado da Defesa Berta Cabral, que agora tem este tabuleiro quente nas mãos!!!) rejeitou o navio porque em vez de 20 Knots, só dá 18,5 Knots, mas foi alugar um "ferry" que só dá 14 Knots (ah! ah! ah! 
ah!) e custa a todos nós uns milhões de Euros/ano (disseram-me o valor mas nem quis acreditar, nem quero dizer!!!!);


E esta gente continua à solta? O Senhor Presidente da República não sabe disto? Será que isto não é razão para declarar o Estado de Sítio até se arrumar a casa destes casos vergonhosos e até que a economia cresça a 3% e formar um Governo de iniciativa Presidencial para este objectivo e para o de reformar o Estado ?
Leiam e "consolem-se"...que eu já não tenho paciência !!!!


Um abraço
General José Armando Vizela Cardoso


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publicado às 10:51


66 comentários

De Anónimo a 14.10.2013 às 11:52

Lamento dizer-lhe Sr General que a sua visao simplista pretende, apenas, minimizar o problema da construção do navio. Nao êh verdade que o ferro tivesse, numa versão inicial, tivesse capacidade apenas 12 viaturas.
Quem lhe forneceu esses dados, desconhece o projecto
.Por outro lado, tb na êh verdade que tivesse camarotes de luxo. Qualquer navio do género que se preze, tem instalações condignas, como os que agora aqui viajam.
Se para valorizar o estaleiro, por que nao tem ele outras encomendas, se êh assim tão bom?
Nao foram os Açores e o si governo que deram cabo Viana do Castelo. Foram os sucessivos governos que desvalorizaram empresas, como a Lisnave, a troco de uns milhoes pagos mensalmente e a conta gotas.
Era bom que assumissem os erros e nao os atribuam aos açorianos que tanto tem sido desprezados pelo centralismo.

De manuel correia a 20.10.2013 às 21:59

ésó para dizer que os estaleiros tem outras encomendas!pelo menos dez!assim só para começar tem os dois asfalteiros para a Venezuela no valor de 130 milhões....pois é...vejo que também anda mal informado!!!!!

De Cê a 03.12.2013 às 23:57

Fico incrédulo como é que todos nós continentais pagamos a escola a estes açoreanos duma figa e agora até já tem acordo ortográfico próprio.
Deviam comer com a enchada que vos deram, se não fossemos nós a mandar todos os anos dinheiro, vocês comiam todos no cu... Meu fdp.
Vai aprender a escrever e depois podes falar, mas com razão... Seus chulos.

De Márcio a 06.12.2013 às 23:56

Para além de burro, és ignorante... Já agora também precisas de um curso de português otário de merda. Escreve-se ''açoriano'' ...

De jota a 14.10.2013 às 13:04

Sr. Anonimo,
Se não é verdade então diga aqui a verdade. Isto nada tem a ver com os açores, mas sim com os idiotas dos politicos, entendeu? Ou quer que lhe faça um desenho?

De Catarina Pinheiro a 14.10.2013 às 13:56

Não nego que o problema tenha sido (muito) mal resolvido, mas recuso-me a desculpar os erros existentes no navio com base na alteração da "encomenda". É responsabilidade do técnico que faz o projecto assegurar-se do cumprimento de todas as condições contratadas. Se a alteração das condições pretendida era incompatível com os parâmetros contratados, era obrigação do técnico reportá-lo. Quem diz técnico diz, claro, a sua chefia, que também pode ter abafado a questão. Mas a postura dos estaleiros não pode ser simplesmente desculpabilizada.

De Anónimo a 14.10.2013 às 14:28

Uma perguntinha. É que eu sou meio ignorante (ignoro certas coisas). Knots seria a mesma coisa de nós. Unidade de medida de velocidade centenária, usada pelos navegantes portugueses (soltava-se uma corda com nós na proa e alguém indicava na pôpa quando o marco chegava aí contava os nós. É isso. Knots=nós!

De Anónimo a 14.10.2013 às 15:23

É que é mesmo, mas a abécula ambulante que é o senhor general é tão burro, tão burro, que não percebe patavinha de Marinha. Talvez devesse perguntar aos amigos almirantes...

De Richard a 14.10.2013 às 18:26

O senhor que ainda por cima nem sequer tem a coragem de se identificar é que é burro. Então nós estamos a pagar 400 mil euros por mês por um barco que não está a ser usado e o senhor está preocupado com a sua posição? Você merecia uns bons murros no focinho seu ladrão. É por pessoas como você existirem que estamos neste situação em que até salários de 600 euros têm cortes. Devia era ter vergonha.

De Anónimo a 15.10.2013 às 15:25

Parece-me que alguém precisa de óculos. O valor referido é de 400€ por mês, Sei que quem conta um conto acrescenta um ponto, mas multiplicar por mil também já é abuso.

De GM a 17.10.2013 às 10:48

400€ mês impossivel! Um Iate numa doca paga bem mais!!!

Quem precisa de oculos?

De Mike a 03.12.2013 às 19:43

Epah, Sr. Anónimo... 400€?? Pago mais pelo aluguer a minha casa. Vou fazer uma proposta e assim poderei mudar-me para o ferry.
Que maravilha :P

De Anónimo a 05.12.2013 às 08:37

Tem razão é mesmo um pouco ignorante nestas coisas. O procedimento que descreve apenas serviria para medir o comprimento da embarcação....... O procedimento correcto seria contar o número de nós soltos num determinado período de tempo. Isso daria uma medida da distância em função do tempo. Ou seja a velocidade a que se está a navegar.

De CL a 14.10.2013 às 16:09

Para além de tudo o que já disseram... Mais acrescento que a Berta Cabral nunca fez parte do Governo Regional, mas sim da Câmara Municipal... Não confundamos alhos com bugalhos lol ... Onde é que este Sr. fez a sua pesquisa?

De Evelyn MCH a 14.10.2013 às 16:31

Aos traidores de Estado, só nos resta activarmos A AUDITORIA FINANCEIRA AO ESTADO, assinando o Princípio de Auditoria de Cidadão à Dívida, instrumento essencial de resistência e de reapropriação democrática na governação, para que se faça a auditoria financeira ao Estado na presença de auditores de organizações internacionais que lutam pela mesma causa.
Eu defendo suspender, exigir uma auditoria às dívidas e contas públicas, todas aquelas enquadradas na legitimidade são pagas, todas aquelas enquadradas na ilegitimidade são anuladas e responsabiliza-se todo aquele que as contraiu.
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2013N38162
Chamo a atenção que não necessita de ser aprovado por nenhum orgão do Estado.

De Anónimo a 14.10.2013 às 16:57

Tentem saber primeiro o que aconteceu e depois falem. Esse sr. general está muito mal informado. O Atlântida não veio para os Açores, nem nunca será vendido para lado nenhum. O fim do Atlântida será a sucata. Porque Passos Coelho, Aguiar Branco e Berta Cabral, tentaram que o Atlântida viesse para os Açores.

De pedrito a 14.10.2013 às 18:19

O pessoal que comenta leu com atenção?
O que o autor diz, ou pretende chamar a atenção, é o facto das características do barco, nomeadamente a capacidade para usar uma vez! e os milhões gastos a mais! é o gasto do dinheiro público sem critério!

De Eduardo Sarmento a 14.10.2013 às 23:05

Os considerandos acerca das capacidade do navio pelo pseudo-general são mentirosos e demonstram uma ignorância primária e mal intencionada, como quase tudo o que ele "vomitou" no texto: Os Açores encomendaram 2 navios, sendo que, segundo o caderno de encargos o "Atlântida" teria capacidade para 790 pessoas e 140 viaturas e o "Anticiclone", para 400 pessoas e 34 viaturas (ver http://www.tcontas.pt/pt/actos/rel_auditoria/2009/audit-sratc-rel021-2009-fs.pdf). Só para que tenham a noção das alarvidades acima proferidas, a Atlânticoline já transportou em 2013 cerca de 130 mil passageiros e 17 mil viaturas entre todas as ilhas (ver http://www.acorianooriental.pt/noticia/atlanticoline-transportou-130-mil-passageiros-este-ano) e a outra empresa de transporte de passageiros por mar transportou no ano passado 402.791 passageiros, entre Faial-Pico-S.Jorge (as ilhas mais próximas), sendo que esta opera com navios pequenos (ver http://portalo.wordpress.com/2012/01/29/transmacor-com-novo-recorde-de-402-mil-passageiros/). Eduardo Sarmento

De João Câmara a 17.10.2013 às 08:09

http://sicnoticias.sapo.pt/programas/sociedadedasnacoes/article1598547.ece

De Fernando Vieira a 18.10.2013 às 12:12

Exactamente.

De Eduardo Sarmento a 14.10.2013 às 18:29

Já não bastam nos bastavam os políticos? Também temos agora de aturar a imbecilidade, a ignorância e o "veneno" de um "pseudo-ou-falso-general"? Sim, porque se se tratasse de um verdadeiro General deveríamos estar perante alguém que colheria toda a informação possível, confirmaria e verificaria préviamente a sua veracidade e, só depois, tomaria uma posição "de força". Mas como este senhor(?!), que de general (?!) só tem (ou não) a designação e, provavelmente, a choruda remuneração/pensão (certamente tão imerecida como a patente, face à sua tacanhês primária e "miopia mental"...) resolveu assumir a sua real dimensão e "armar-se em cabo chico", "brindando" quem teve o azar de o ler com um chorrilho de "biliosos" disparates. Não vou gastar o meu tempo nem perder a minha paciência abatendo “tiro-a-tiro” as paspalhices plasmadas pelo pseudo-ou-falso-general, porque pelo "baixo" teor do texto, prefiro considerar que alguém terá abusivamente uma identidade alheia… Vou apenas sugerir-vos a utilização de algo que qualquer " soldado-raso" seria capaz de usar, o motor de pesquisa Google e disponibilizar a quem quiser saber A VERDADE DOS FACTOS (ou, pelo menos de parte deles, pois -e isto agora é apenas palpite meu- o navio teria problemas mais graves (de estabilidade e segurança) e que os intervenientes omitiram “piedosamente” para não descredibilizar ainda mais os já “afundados” ENVC e para não inviabilizar a venda do navio... Tentem ler nas “entrelinhas” das notícias em http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/179871 E, SOBRETUDO, em http://expresso.sapo.pt/dizem-que-e-uma-especie-de-navio=f503076 ). Verão, nas linhas do Relatório da Auditoria efectuada à ATLANTICOLINE pelo TRIBUNAL DE CONTAS (http://www.tcontas.pt/pt/actos/rel_auditoria/2009/audit-sratc-rel021-2009-fs.pdf ) as conclusões oficiais sobre o assunto e... acreditem em quem quiserem! Um açoriano irritado... porque (apenas alguns, GRAÇAS A DEUS!) irmãos continentais parecem achar que por cá somos todos tolos...

De ROBERTO PIRES a 14.10.2013 às 22:23

Muito bem

De zg a 15.10.2013 às 05:01

O que o Sr. general aqui veio "ALERTAR" ,é para que todos nós estejamos atentos ao desperdício incrédulo de dinheiro que sai dos nossos bolsos, e não para que alguém esteja preocupado se se escreve nós ou knots . Continuo com a minha opinião de sempre em relação ás regiões autónomas, se se sentem sempre tao discriminados perante o continente como frisa aqui um cidadão ilhéu poderemos lhes dar já a independência ( incluindo a madeira ) e era menos um rombo nos nossos bolsos.

De Eduardo Sarmento a 15.10.2013 às 12:19

O senhor ZG, talvez não por maldade mas por ignorância, não entendeu a importância dos Açores para Portugal. Se possuísse outro nível de conhecimentos na área da nossa história, reconheceria a importância e o peso que a Região Açores confere ao todo nacional de que fazemos parte... e já que estamos a comentar um artigo supostamente nada autoria de um general (duvido muito da verdadeira autoria do texto, pois não acredito que alguém com altas responsabilidades - fiz uma pequena pesquisa e foi alguém com altas responsabilidades no nossos "serviços de informação"- estivesse tão mal informado e escrevesse neste tom "rafeiro" em forma e conteúdo), sugiro-lhe a leitura de um artigo em http://www.revistamilitar.pt/artigo.php?art_id=557 e, agora na área civil, https://www.facebook.com/photo.php?fbid=646528482031944&set=a.222489434435853.63198.100000243943085&type=1&theater. Aproveito ainda para lhe lembrar que o povo açoriano é pelo menos tão português como os habitantes da metrópole e, ao longo da nossa história nunca aceitámos quase passivamente à subjugação estrangeira, sendo o mais recente episódio a resistência dos ao movimento independentista exteriormente fomentado pelos americanos em 1975/76, quando Portugal esteve em risco de se tornar "satélite" do "bloco de leste" e os EU pretendiam anexar-nos...

De Anónimo a 15.10.2013 às 14:57

Não sei se tens noção, mas Açores sempre foram Portugueses, e tirando um maluco ou outro que quer ser anexado pelos EUA, coisa rara, ninguém quer independência. Deves encontrar mais independentistas no Norte de Portugal que nos Açores.

De Anónimo a 15.10.2013 às 14:53

Estás a falar de rombo? O pais todo é um rombo! Só me apetece insultar-te, Portugal é um rombo, e diz-me lá uma região que não seja! Diz-me o que seria Portugal, se fossemos dar independência a todas as regiões que são um rombo!

De HugoA a 22.10.2013 às 16:57

Só para deixar aqui uma dica ao Sr. ignorante que acha que os açores lhe são um "rombo" na sua carteira, sabe qual foi o valor de défice apresentado pela região em 2012? 0,4%...sabe o que isso é?! Certamente já nem se lembra porque a última vez que o governo central teve tal valor foi há muitos anos atrás.
Então e dívida pública face ao PIB...sabe? 19%...sabe o que isso é?!
Também me parece que não...
Sabe o que é que me parece?! Parece-me é que nós é que estamos a pagar as vossas dívidas...

De Saraiva de Almeida a 15.10.2013 às 13:14

O Navio como está, serve ou não?
O Navio que tem feito as ligações no Verão entre Faial e outra ilhas é operado pela Hellenic, uma companhia Grega, que o aluga à nossa companhia Açoriana, com os custos inerentes para nós.

De Eduardo Sarmento a 15.10.2013 às 23:13

Não, não serve... e não me parece que seja pela questão da velocidade, mas sim por graves problemas de estabilidade e segurança cuja resolução, a ser possível, implicaria custos incomportáveis de obra a curto prazo e/ou, a prazo, custos de exploração (consumo de combustível, velocidade) que tornariam a sua exploração económicamente inviável. Julgo que a questão da velocidade mão era, "per si", impeditiva da aceitação do navio mas foi, provavelmente por acordo confidencial entre as partes, a escolhida para uma rescisão que pareceu quase amigável, de forma a não prejudicar ainda mais a já débil imagem e o valor da privatização por concessão dos ENVC. Por outro lado, assim também não se "espantavam" eventuais interessados na aquisição do navio e tudo se resolvia sem muito "sangue". Este cenário é pura "ficção" minha, mas baseia-se no que tenho lido sobre o assunto (links acima e, sobre a questão da velocidade http://expresso.sapo.pt/acores-navio-atlantida-apenas-atingiu-165-nos-de-velocidade-a-potencia-contratada-relatorio-dos-testes-de-mar=f682556). A isto somo, como suporte da minha teoria, a "entrada de leão e saída de sandeiro" do ministro da defesa Aguiar Branco" que, em Novembro de 2012, provavelmente sem ainda conhecer sequer os detalhes do processo avançou suspeitas e se apressou a solicitar a investigação do mesmo pela PGR, (http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=63570) e nos últimos tempos tem andado "calado como um rato" sobre o assunto, depois de ter tentado impingi-lo, por fretamento aos Açores a "preço de saldo", numa "jogada de esperteza saloia" que, a pegar, teria vulnerabilizado imenso o governo regional dos açores numa improvável mas possível reabertura do processo.
Ainda sobre velocidade, aproveito para identificar mais uma patranha do "general", a dos 14 nós: Os navios fretados à Hellenic Seaways tem velocidades de cruzeiro de, no caso do mais lento e velhinho, o "Express Santorini" (de 1974, ouvi dizer que não volta aos Açores porque iria ser abatido) de 19nós (anunciada) e de 17.3 (medida por mim) e o outro, o Hellenic Wind", tem como velocidade de cruzeiro anunciada 35 nós...

De HugoA a 22.10.2013 às 17:07

Melhor forma de abordar o tema ainda não tinha sido apresentada.
Ora então vejamos:
A Hellenic Seaways disponibiliza o Express Santorini com capacidade para 1.400 pessoas 210 viaturas e 19,5 nós.
Com esses valores, consegue fazer transporte S.Miguel-Faial no decorrer de um dia. Ora se o fizesse à velocidade de 16,5 nós, como sugerem, já não o faria em um dia, logicamente.
Com essa agravante, vem todos os custos de fazer menos viagens tal como acrescenta o custo de mão-de-obra da tripulação fazer mais horas, pela mesma viagem.
A resposta é simples...Não é viável um navio com menos velocidade substituir o mesmo serviço.

De Manuel Pinto a 03.07.2014 às 00:30

Para que se conste, este Sr. e um dignissimo e prestigiado General da nossa Força Aerea portuguesa. Foi um magnifico piloto aviador . Cumprio escrupulosamente e rigorosamente as missões que lhe foram atribuídas.E um Homen integro , honesto,rigoroso e vertical .Poderia estar sossegado no seu canto.mas não. Divulgou e alertou-nos para este caso do ATANTIDA. - UMA VERGONHA. No entanto , alguns comentários são ofensivos , ate agressivos ao ponto de enxovalhar este GRANDE SENHOR. Siga em frente COMANDANTE.

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